Filme clássico em DVD - Edison - A Inveção Dos Filmes - (Digibook C/ 4 Dvds). Um estudo abrangente de uma das figuras mais influentes da história do cinema, Edison: A Invenção dos Filmes é uma coleção monumental de 140 filmes arquivados. Dos testes de câmera nunca lançados no século XIX até o último longa-metragem lançado pela Thomas A. Edison Studios em 1918 (O Descrente), a coleção foi remasterizada digitalmente com novas trilha sonoras, cercados por vastos documentos históricos e entrevistas
CULT
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EDISON - A INVEÇÃO DOS FILMES - (Digibook c/ 4 DVDs)

EDISON - A INVEÇÃO DOS FILMES - (Digibook c/ 4 DVDs)

Marca: CULT Referência: CU02011

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Sujeito a disponibilidade na produtora
Título Original: The Invention of the Movies - EUA - 1891/1918

Gênero: Documentario

Diretor: Curadoria por Steven Higgins e Charles Musser
Atores: Thomas A. Edison ...

Audio: Inglês (original): 2.0 Dolby Digital
Legenda(s): Português
Formato da Tela: Fullscreen 1.33:1 (4:3) - Colorido e Pret e Branco
Tempo: 860 min.

EXTRAS: Menus Interativos, Seleção de Cenas, Ficha Técnica, Galeria de Fotos

- Entrevistas com arquivistas e estudantes de cinema:
- Steven Higgins, curador do Departamento de Cinema do Museu de Arte Moderna
- Charles Musser, professor de Cinema e Estudos Americanos da Universidade de Yale
- Eileen Bowser, curadora emérita do Museu de Arte Moderna
- Paul Israel, diretor e editor do Documentos de Edison da Universidade Rutgers
- Richard Koszarski, professor adjunto de Inglês da Universidade de Rutgers
- Patrick Loughney, diretor da Seção de Imagens em Movimento da Biblioteca do Congresso
- Michele Wallace, professora de Inglês da City College

Sinopse: Um estudo abrangente de uma das figuras mais influentes da história do cinema, Edison: A Invenção dos Filmes é uma coleção monumental de 140 filmes arquivados. Dos testes de câmera nunca lançados no século XIX até o último longa-metragem lançado pela Thomas A. Edison Studios em 1918 (O Descrente), a coleção foi remasterizada digitalmente com novas trilha sonoras, cercados por vastos documentos históricos e entrevistas com arquivistas e historiadores do cinema.
Filmes comerciais foram inventados no Laboratório Edison entre 1888 e 1893. Eram na verdade um conjunto de invenções: uma câmera, um aparelho visualizador (o cinetoscópio), e também equipamentos para impressão, perfuração e desenvolvimento de longos rolos de filme. Talvez nenhum desses componentes fossem novos, mas a habilidade de Edison e sua equipe de reorganizá-los para um único propósito foi uma grande conquista cultural. Dentro de um ano, Edison tinha lançado o seu modelo de negócios comercial de filmes e permaneceu no mercado até 1918 - um envolvimento de 30 anos nessa indústria. Durante o período, o sistema técnico sofreu alterações e melhorias: o ?Latham Loop?, que permitia manejar grandes quantidades de película; a introdução da projeção; um aparelho corretor que mantinha as projeções bem enquadradas; e o obturador com três lâminas, que reduzia a tremulação durante a projeção. Mas sem dúvidas o mais importante foi a transformação cultural da produção cinematográfica: a mudança do controle editorial do exibidor para a produtora e a criação concomitante do cineasta, o desenvolvimento dos roteiros, a proliferação de salas especializadas em filmes (chamadas nickelodeons), a ascensão dos longas-metragens. Em 1894, Edison era o único produtor de cinema do mundo. Em 1918, as contribuições de sua companhia para a cultura cinematográfica se tornaram pequenas, financeiramente e em termos de influência na indústria americana. O mercado cinematográfico passou por períodos turbulentos de desenvolvimento e mudanças em duas décadas. Durante esse período, as conquistas de Edison variaram imensamente. Ao final de 1895, imagens em movimento deixaram de ser lucrativas - foi uma novidade passageira ou uma moda. A projeção renovou o interesse e o rendimento, mas os anos seguintes continuaram sendo de altos e baixos. Edison quase saiu do ramo em 1900, quando por pouco não vendeu sua parte cinematográfica para a empresa rival Biograph. Com a hesitação do acordo, ele abriu um estúdio em Nova York e sua companhia voltou a ser uma produtora influente - em parte porque sua equipe jurídica extinguiu muitas das empresas rivais. A empresa balançou novamente entre 1908 e 1909, mas em 1991 e 1912, os filmes de Edison novamente eram considerados os melhores. Muitos filmes de Edison continuaram sendo impressionantes porque a empresa contratava grandes diretores como John Collins (que morreu em 1919 em uma epidemia de gripe) e o jovem Alan Crosland (que mais tarde viria a dirigir O Cantor de Jazz, em 1927). Essa coleção de quatro DVDs oferece, pela primeira vez, 140 filmes de Edison, dos seus primeiros curtas experimentais até o que dizem ser o último longa-metragem da companhia: O Descrente (1918), estrelando Erich von Stroheim.

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